quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Convite para Desfile e Homenagem Cívica de Sete de Setembro





Convite para homenagem cívica  e desfile  de 07  de setembro/2017

            Vimos através deste convidar sua associação, para participar  conosco  da  homenagem  e do desfile cívico. Acontecerá  no  dia  07/09/2017  com início ás  8h e 30 min. no coreto da praça central da cidade, logo após  haverá  desfile  com trajeto do  viaduto  até a igreja católica Cristo Rei.
            Aguardamos seu retorno  por ofício, e-mail  ou telefonema  (3544-1268) até o dia 31/08/2017 para que possamos  organizar  a ordem do desfile, bem como repassar demais  informações.
            Para nós  a participação de sua entidade é muito importante pois  abrilhantará o evento e estaremos dando uma demonstração de civismo.

                                                           Atenciosamente



Trombudo Central, 14  de  agosto de 2017

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

A Linguagem dos Sons

A Linguagem dos Sons

A proposta foi de trabalhar a percepção musical, os sons do cotidiano, da natureza, explorando a paisagem sonora, e introduzindo noções de elementos  musicais, como melodia, harmonia e ritmo.
Os alunos do 5º ano da CEB Eginolf Bell, em suas aulas de arte, com a professora Bianca, desenvolveram os conceitos musicais de altura, duração, intensidade e timbre. Foram realizadas diversas atividades em sala para a compreensão de tais conceitos. Como forma de colocar em prática o que foi desenvolvido em sala, os alunos, com auxílio de familiares e amigos, deveriam criar um instrumento musical, algo que produzisse som, de preferência com materiais recicláveis. Este instrumento deveria ser apresentado à professora e colegas de classe. o resultado foi muito bom, os alunos fizeram trabalhos muito bonitos e que produziam os mais variados sons.





terça-feira, 15 de agosto de 2017

Dia da família


No sábado dia 12 de agosto, realizamos o Dia da Família no CEI Charlotte Ilse Schindler. Foi uma tarde de muita alegria e parceria entre família e escola. As crianças animadas dramatizaram a história Romeu e Julieta, da escritora Ruth Rocha, história que fala da diversidade e dos respeitos às diferenças. Houve ainda muita cantoria e ao final das apresentações entregaram às famílias uma muda de flor, lembrando a elas que precisamos plantar aquilo que queremos colher, e que as crianças assim como as plantas precisam ser cuidadas e cultivadas através do respeito, segurança e diálogo.
Depois juntos puderam saborear um delicioso café e participar do sorteio da contribuição espontânea realizada pela APP.

Professoras:  Neide Schweder e Sueli Schwambach
Estagiária: Maria de Lourdes Miles

  






Vivências significativas na Educação Infantil

A sala de referencia da Educação infantil pode ser um ambiente de letramento, onde através de vivências significativas se promova situações de uso real da escrita e que tenham efetiva participação das crianças.
O projeto “Meios de comunicação” proporcionou as crianças da Turma da Estrelinha diferentes vivências que ficarão guardadas para sempre em suas memórias.
 Visitamos a Biblioteca Pública Municipal para pegar um livro emprestado, no momento de assinar o nome no livro de empréstimo era visível a alegria das crianças em utilizar à escrita. Fomos ao correio postar uma carta, que foi elaborada pela criança e a professora como escriba anotava tudo, olhinhos vibrantes e ouvidos atentos a explicação do gerente do Correio.
Tivemos contado com diversos portadores textuais e o que despertou maior interesse foi o jornal. Então fomos ao parque e sentados em tapetinhos de jornal ouvimos a história “O JORNAL”, de PatriciaAuerbach. Uma história apenas de imagem onde um menino tenta descobrir o que o jornal tem de tão especial que seu pai não o larga. Quando ele começa a brincar com o jornal descobre a resposta... garoto viaja pelo mundo sem sair de casa...As crianças embarcaram nesta viagem e foram convidadas a vivenciarem a história e como o personagem principal puderam fazer de conta que estavam surfando com uma prancha em grandes ondas...transformaram num barco pirata e remaram até uma ilha deserta...dobraram e fizeram um chapéu de soldado...enrolaram e fizeram uma espada.Ao final da história foram convidadas para dançarem com o jornal. E como um passe de mágica se transformaram em pássaros colocando o jornal contra o tórax e correndo de braços abertos brincaram livremente explorando todos os espaços do parque. O brinquedo construído foi levado para casa. Neste dia nasceu a vontade de produzir um livro onde as crianças seriam as autoras e ilustradoras. Percebe-se que ao desenvolvermos vivencias que não se encerram ao final do dia, mas que a cada dia é uma nova etapa, a aprendizagem torna-se mais significativa e desafiadora, pois instiga a curiosidade das crianças para o que acontecerá no dia seguinte. E foi o que aconteceu...
                No dia seguinte a professora levou o note bock para a sala de referencia e digitou a nova história recontada pelas crianças. Depois de imprimida a história foi colada em folhas coloridas e iniciou-se a grande equipe de produção para ilustrarem o livro. Cada página ganhou vida com a colaboração de todas as crianças da turma viu-se neste momento nascer um grande trabalho em equipe, quando um não conseguia de um jeito o outro ajudava como podia.
                Ao se trabalhar com o jornal abriu-se a possibilidade de (re)aproveitamento deste material, utilizando-o como recurso didático alternativo na produção infantil. Com a (re)utilização das folhas de jornal estávamos preservando o ambiente em que vivemos. O aproveitando de materiais de sucata motiva a criação de novos objetos significativos para as crianças e desperta a satisfação em conseguir realizar tarefas e vencer desafios.
Promover experiências significativas com a linguagem oral, escrita e visual utilizando como recurso o jornal garantiu acesso ao conhecimento e ao mundo letrado, bem como o respeito à natureza através do (re)aproveitamento.
Foi uma experiência maravilhosa e que parece não ter fim, pois agora esta nova história será contada para todas as turmas do CEI no momento de socialização do Programa de Leitura.
Para as crianças, as produções são uma forma divertida e deixam lições para a vida toda. “Com esta história vi que temos que cuidar do nosso Planeta, não jogando papel no lixo e sim aproveitando se não as árvores vão se acabar e as plantas não vão sobreviver”, concluiu VitóraHeiderscheidt, 5 anos.

Professora Simone Deve






EU TENHO UM NOME

EU TENHO UM NOME

Dentro do projeto identidade “Tudo sobre mim” tivemos a oportunidade de conhecer um pouquinho sobre a história do nome de cada criança. Quem escolheu e o que significa. As crianças também tiveram o desejo de começar a traçar o nome com auxílio de crachá. Outros já conseguem escrever sozinhos.
As crianças que já possuíam levaram para o CEI o seu documento de Identidade e neste momento pudemos observar e perceber características individuais de cada criança, como a cor do olhos, cor dos cabelos etc. Todos estes aspectos nos fazem diferentes uns dos outros e especiais ao mesmo tempo. Nesta mesma oportunidade confeccionamos uma identidade do nosso jeitinho o que causou muita satisfação para toda a turma.

Turma da Arca

Professora Josiane Venancio
Auxiliares: Janaina dos Santos
                 Janete Alves

               



segunda-feira, 14 de agosto de 2017

As crianças do C. E. I Johanne Scutte se divertiram muito com a nova brincadeira. 
objetivo principal, trabalhar equilíbrio, coordenação motora e noção espacial.
professora Katiani de Brito 
Trombudo central, 08 de agosto de 2017.

CEB Arthur Bruno Jandt
Contação de história




Cachinhos dourados e as formas geométricas

Objetivo: Mostrar as formas geométricas de forma lúdica;
Trabalhar o conceito de pequeno, médio, grande.
     Essa história é clássica, todos já conhecem, porém ela foi contada de uma forma diferente...
     Foi utilizado círculo pequeno, médio e grande para representar os pratos, o quadrado pequeno, médio e grande para as cadeiras, o retângulo pequeno, médio e grande representando as camas e os triângulos simulando os ursos.
     Foi uma forma muito divertida!





Trombudo central, 06 de agosto de 2017.

CEB Arthur Bruno Jandt
Turma: 2º ano

Ditado estourado

     Fugindo um pouco do tradicional as crianças do 2º ano participaram do ditado estourado, é um ditado comum, com palavras, só que feito de forma diferente, coloquei palavras dentro de balões, as crianças tinham que estourar o balão, ler a palavra para os colegas e após escrever as palavras numa folha.
     Esse ditado teve como objetivo reforçar a aprendizagem, pois além da criança ter que escrever ela tem que ler a palavra que estourou. Fazer tentativas da escrita corretamente observando o som das letras hora ditado pelo colega e hora repetida por mim, fazendo os sons de cada letra. 
     A brincadeira proporciona a aprendizagem, há muitas formas atraentes para conquistar o aprendizado das crianças, basta querer fazer. Foi uma manhã muito alegre e produtiva.

Prof. Crisneide P C dos Santos





Centro de Educação Infantil Arthur Kroenke.
Professora Jucélia Zoboli Ribas
VIVA SÃO JOÃO!
A Capelinha é de melão mesmo?
“Capelinha de Melão,
É de São João,
É de cravo
É de rosa
É de manjericão.
São João está dormindo
Não acorda não,
Acordai, acordai, acordai, João”.
Dizem que a “capelinha de melão” vem a ser de um folguedo junino, tipo pastoril, que acontece na noite da festa de São João, no Rio Grande do Norte. A origem da palavra Capela significa “reunião de foliões durante a festa de São João”. Em Portugal, Capela é uma “coroa de flores ou folhas”. Sendo assim, tudo começa a fazer sentido.
É um costume antigo homenagear São João no dia 24 de junho com uma capelinha feita de melão, cravo, rosa e manjericão. Exatamente como na música!
Na semana da Festa Junina a Turma da Borboleta (Pré I), juntamente com a professora desenvolvemos uma atividade bem diferente, confeccionamos uma capelinha de melão. Cantamos, dançamos e dramatizamos a música Capelinha de Melão para apresentarmos no dia 23 de junho, no ARRAIÁ DA FAMILIA promovido pelo CEI.

Foi bem divertido!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Conhecendo o Alto Vale do Itajaí

Neste primeiro semestre os alunos do 4º ano do CEB Eginolf Bell, tendo como responsável a professora Aline da Silva realizaram o projeto
Conhecendo o Alto Vale do Itajaí. Resgatando e valorizando a história do Alto Vale do Itajaí, ressaltando o município de Trombudo Central, com os objetivos de incentivar o hábito da leitura e da escrita, promover o senso de responsabilidade e de cidadania através do estudo da história e conhecer a colonização do Vale Europeu, sabendo assim valorizar sua cultura, origem através de um aprendizado factual.   
Os alunos realizaram diversas atividades como: pesquisas em sala de aula, realização de leitura de textos diversos, resolução de atividades em sala, trabalhos com caixa para realização da televisão, visita ao arquivo histórico da Fundação Cultural da cidade de Rio do Sul, visita ao museu municipal da cidade de Rio do Sul, apresentação do projeto para os alunos do CEB Eginolf Bell, e para finalizar esse projeto ainda teremos a visita do Ismael Martinez ilustrador da história em quadrinhos COLONIZAÇÃO DO ALTO VALE, história essa obtida na fundação cultural.  

Esse resgate foi essencial para que pudéssemos ter informações da nossa colonização, assim levando o aluno a perceber a importância do conhecimento para o desenvolvimento da nossa região. 






Como usar o Dicionário

           No 2º bimestre, os alunos do 2º ano do C.E.B. Alberto Balduíno Barchfeld  aprenderam como usar o dicionário. Também aprenderam que muitas palavras podem ter mais do que um significado, é o caso dessa tirinha do Chico Bento, onde a palavra galo tem dois significados. Compreenderam que o dicionário é organizado em ordem alfabética e também procuraram muitas outras palavras.

                                                                                                    Professora Carla R.H. Tholl









Curso II - AEE Atendimento Educacional Especializado

Curso II - AEE Atendimento Educacional Especializado

A professora Raquel Ferreira Feldmann do Apoio Pedagógico e professora Mônica Denzer Prust do AEE de Trombudo Central, participaram da capacitação da Implementação da Proposta Curricular da rede municipal de ensino do Alto Vale do Itajaí, em Rio do Sul no SENAC, nos dias 24, 25 e 26 de julho, ministrado pela professora Rosangela Kittel.
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) "é um serviço da educação especial que identifica, elabora, e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas ". (SEESP/MEC, 2008)
Precisamos olhar o aluno e ver que ele tem limites e não incapacidades, os limites podem ser diminuídos a partir dos apoios que pode receber.

Raquel Ferreira Feldmann 
Professora de Apoio Pedagógico

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Imigração de Santa Catarina e a História Local

Projeto: Imigração de Santa Catarina e a História Local;
Data: 09-07-2017;
Turmas : 5 ano;
Escolas : CEB Alberto Balduíno Barchfeld
                 CEB Eginolf Bell;
Objetivos: -Conhecer a História Local e promover o sentimento de"pertencimento" do aluno na comunidade, tornando-o
agente ativo e modificador da realidade;
-Identificar a comunidade como um espaço concreto tecido por relações sociais;

Justificativa: A História Local é a História que trata de assuntos referentes a uma determinada região, município, cidade, distrito. Apesar de estar relacionada a uma História Global, a História Local se caracteriza pela valorização das particularidades; ela é um ponto de partida para a formação de uma identidade regional. É a partir do local que o aluno começa a construir sua identidade e a se tornar membro ativo da sociedade civil, no sentido de que faz prevalecer seu direito de acesso aos bens culturais, sendo eles materiais ou não materiais. A História Local geralmente se liga à História do cotidiano ao fazer as pessoas comuns participantes de uma História aparentemente desprovida de importância e estabelecer relações entre os grupos sociais de condições diversas que participaram de entrecruzamentos de Histórias, tanto no presente quanto no passado;





Diversidade cultural brasileira.

C.E.B. Erica Hasse
Projeto: Diversidades
Disciplina: Geografia
Turma: 8º e 9º ano
Prof. Edilson Machado
Trombudo Central - SC


TEMA: Diversidade cultural brasileira.

JUSTIFICATIVA
O que se pode observar atualmente é que a maioria dos educando não tem nenhum conhecimento de nossos antepassados, sendo assim eles não possuem conhecimentos de tudo aquilo que eles possuem hoje, como sua cultura, danças, costumes, músicas, etc. Pensando nisto, sugiro aprofundar o conhecimento dos alunos, dando uma maior compreensão e valorização da nossa tão bela cultura diversificada brasileira. 

OBJETIVO GERAL
Notar a diversidade de raças existentes no Brasil. Reconhecerem e valorizarem a diversidade humana, partindo de um processo de conhecimento e respeito de nossas identidades culturais, com a intenção de desempenhar e provocar atitudes individuais e em grupo contra o preconceito e a favor do respeito às diferenças. 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
·         Ampliar a cultura;
·         Respeitar as diferenças;
·         Conhecer sua própria historia;

·         Identificar os diversos tipos de musicas, danças, culinárias, etc.





Chá dos avós

C.E. I CINDERELA
JARDIM I- TURMA DA CENTOPEIA
PROFESSORA: DÉBORA CEOLIN

O C.E. I Cinderela tem como tradição o chá dos avós, neste dia os avós são convidados para vir participar do chá e prestigiar apresentação dos netos e um delicioso café que é oferecido pelos pais.
Na semana que aconteceu o evento recebemos a visita de duas avós para contar uma história para nossas crianças, Diamantina Marçal (vovó da Luiza) e Doraci Adriana Jeremias (vovó da Beatriz) que nos proporcionaram momento de alegria e encantamento.


quinta-feira, 27 de julho de 2017

E EU NO MUNDO?

Centro de Educação Básica Erica Hasse.
Trombudo Central, Julho de 2017.
Disciplina: Língua Portuguesa
Professora: Ariane Lenzi Conink
Turma: 8º ano

TEMA: E EU NO MUNDO?

“Nós devemos ser a mudança que queremos ver no mundo”. Gandhi
“...TODA CONQUISTA COMEÇA COM A DECISÃO DE TENTAR...”

“ADOLESCER?”

Objetivos:
- Levar os alunos a refletirem sobre a adolescência e suas fases. Criando conceitos e aceitando os valores que a sociedade nos passa.
- Mostrar a importância dos valores existentes na sociedade.
- Possibilitar que o aluno reflita sobre seu modo de ser e de estar no mundo.
- Identificar a importância da ética no ambiente em que vivemos.
- Respeitar a visão que se tem do outro.

Metodologias/ Estratégias:
- Iniciar o tema indagando os alunos sobre a significação da palavra “Tormento”, perguntando o que ela comunica, que características do adolescente ela retrata.
- Pedir para um aluno ler o poema de Elias José – Adolescer – e fazer perguntas, estimulando os alunos a buscar relações com seu cotidiano.
- A partir desse questionamento, perguntar se eles costumam refletir sobre seus atos, suas ações e como está seu relacionamento com a família. Há muitos conflitos? Comente-os.
- Ouvir a música “Pais e filhos” e debater seu conteúdo.
- Em recortes de papel colorido responder a seguinte pergunta: O que é adolescência? As respostas deverão ser dadas utilizando, recortes de jornais ou revistas, mostrando através destes como cada aluno se vê adolescente.
Obs.: Aulas com o auxílio de mídias – Laboratório de informática (Lousa digital, aparelho de som, internet). - Materiais para recorte (jornal, revista).


Resultado Final:
àProdução de um cartaz que represente por meio de imagens/recortes: O QUE É SER ADOLESCENTE?